Uma frota de aviões está a postos para bombardear de inseticida uma nuvem de gafanhotos que pode desviar de novo para o Brasil.
As aeronaves estão à disposição para combater os insetos assim que eles se aproximarem da fronteira brasileira.
"No período da noite se faz um controle com a equipe terrestre, porque eles ficam mais parados. Aí, no amanhecer, a aeronave faz o voo e a aplicação [do produto para combater os insentos] que dura não mais do que 30 minutos", explica Gabriel Colle, diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola.
A nuvem de gafanhotos que destruiu diversas lavouras na Argentina é motivo de alerta para os arrozeiros. Isso porque grande parte desses produtores também cultiva pastagem para a alimentação do gado.
O tempo seco e quente favoreceu a formação dessa nuvem. Por isso, há a expectativa de que a frente fria que atinge o Rio Grande do Sul, combinada com a chuva, mantenha os gafanhotos longe do Brasil.







