CHACINA | Segundo o delegado responsável pelas investigações, três das quatro pessoas assassinadas planejavam deixar o local, mas desistiram porque não havia energia elétrica na casa.* Das quatro pessoas assassinadas na zona rural de Mutum, três planejavam deixar a casa no dia crime, mas desistiram. A informação foi levantada durante as investigações da Polícia Civil, que abriu um inquérito para apurar a chacina, ocorrida no último sábado (1).
Segundo a PC, além dos quatro mortos, duas pessoas ficaram feridas. A motivação do crime teria relação com o tráfico de drogas na região.
“A vítima principal era traficante e resolveu parar de vender drogas para este grupo criminoso, que não gostou e começou a ameaçá-la porque estava comprando drogas em outro lugar, no Espírito Santo, e revendendo na região” , detalhou o delegado regional Felipe de Ornelas Caldas.
De acordo com o inquérito, o alvo principal era Eduardo da Silva Alves, de 33 anos. As outras vítimas, Renan das Neves da Costa, de 35 anos, Verônica Priscila Araújo de Souza, de 34, e Tainara Oliveira Miranda, de 20 anos, trabalhavam na zona rural em lavouras de café. Eles moravam junto com Eduardo, numa relação que envolvia a dependência química. “Eles são panhadores de café, como a gente chama aqui na região, e já deixavam grande parte desse dinheiro com o Eduardo porque ele já vendia droga para eles. Era uma situação quase de escravidão já que trabalhavam o dia inteiro em troca de droga” disse o delegado.
Eduardo já tinha mandado de prisão em aberto. Ainda de acordo com a PC, membros desse grupo criminoso foram presos no ano passado durante operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).
Segundo a PC, além dos quatro mortos, duas pessoas ficaram feridas. A motivação do crime teria relação com o tráfico de drogas na região.
“A vítima principal era traficante e resolveu parar de vender drogas para este grupo criminoso, que não gostou e começou a ameaçá-la porque estava comprando drogas em outro lugar, no Espírito Santo, e revendendo na região” , detalhou o delegado regional Felipe de Ornelas Caldas.
De acordo com o inquérito, o alvo principal era Eduardo da Silva Alves, de 33 anos. As outras vítimas, Renan das Neves da Costa, de 35 anos, Verônica Priscila Araújo de Souza, de 34, e Tainara Oliveira Miranda, de 20 anos, trabalhavam na zona rural em lavouras de café. Eles moravam junto com Eduardo, numa relação que envolvia a dependência química. “Eles são panhadores de café, como a gente chama aqui na região, e já deixavam grande parte desse dinheiro com o Eduardo porque ele já vendia droga para eles. Era uma situação quase de escravidão já que trabalhavam o dia inteiro em troca de droga” disse o delegado.
Ainda segundo o delegado, por conta das ameaças que Eduardo vinha sofrendo, os outros moradores da casa estavam planejando se mudar por medo de acontecer algo contra eles também.

Eduardo já tinha mandado de prisão em aberto. Ainda de acordo com a PC, membros desse grupo criminoso foram presos no ano passado durante operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).
A Polícia Civil segue investigando o caso e nenhum suspeito da chacina foi preso até o momento.
Fonte: g1







