BATALHA NA JUSTIÇA ?? | Um ex-funcionário da empresa aérea dona do avião que caiu matando a cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas usou um vídeo postado pela Rainha da Sofrência no momento do embarque, em Goiânia, como prova em um processo por indenização. O homem, que trabalhava como coordenador de voo, disse que não tinha nenhum equipamento de proteção, sofreu um acidente e ficou com uma cicatriz na testa.
De acordo com a ação, o homem trabalhou entre agosto de 2020 e fevereiro de 2022. Ele era responsável por coordenar a movimentação das aeronaves da empresa, solicitar abastecimentos e verificar escalas de pilotos e tripulação. Porém, ele disse que, além disso, acumulava outras funções, sem receber mais por isso.
Entre essas atividades estava o serviço de recebimento da aeronave, retirada de fonte externa de energia, passando por baixo do avião sem utilização de equipamento de proteção individual. Em março de 2021, ele sofreu um acidente de trabalho, ficando com uma cicatriz na testa.
No processo, a PEC Táxi Aéreo negou que houvesse acúmulo de trabalho e que todos os equipamentos de proteção eram dados e o uso deles, cobrado. Para provar, a empresa anexou fotos que mostram funcionários posando usando os itens de segurança.
O ex-funcionário, no entanto, anexou um vídeo postado na rede social da cantora Marília Mendonça momentos antes dela entrar no avião que caiu que mostra dois funcionários trabalhando próximo ao avião sem usar qualquer equipamento de proteção.
O processo ainda está em andamento. Uma audiência foi marcada para fevereiro de 2023.
De acordo com a ação, o homem trabalhou entre agosto de 2020 e fevereiro de 2022. Ele era responsável por coordenar a movimentação das aeronaves da empresa, solicitar abastecimentos e verificar escalas de pilotos e tripulação. Porém, ele disse que, além disso, acumulava outras funções, sem receber mais por isso.
Entre essas atividades estava o serviço de recebimento da aeronave, retirada de fonte externa de energia, passando por baixo do avião sem utilização de equipamento de proteção individual. Em março de 2021, ele sofreu um acidente de trabalho, ficando com uma cicatriz na testa.
No processo, a PEC Táxi Aéreo negou que houvesse acúmulo de trabalho e que todos os equipamentos de proteção eram dados e o uso deles, cobrado. Para provar, a empresa anexou fotos que mostram funcionários posando usando os itens de segurança.
O ex-funcionário, no entanto, anexou um vídeo postado na rede social da cantora Marília Mendonça momentos antes dela entrar no avião que caiu que mostra dois funcionários trabalhando próximo ao avião sem usar qualquer equipamento de proteção.
O processo ainda está em andamento. Uma audiência foi marcada para fevereiro de 2023.







