Por Alan Martuchelle, da 98 em Teófilo Otoni
A greve dos médicos, que segue por tempo indeterminado em Teófilo Otoni está afetando a qualidade de vida das pessoas que utilizam o serviço público de saúde local.
No último domingo (24/04), pelo menos 05 crianças precisaram de atendimento na UPA, contudo, foram classificadas nas cores azul/verde, onde deveriam ser encaminhados para unidades de saúde nos bairros.
Os pacientes que foram ouvidos pela reportagem relataram que nos bairros fazem anos que não possuem acompanhamento médico, e que devido ao feriado prolongado, os PSFs não abriram.
Andreia da Silva (41), mora no Bela Vista e estava com o filho de dois meses na unidade. Ela recebeu a ficha verde e precisou ir para casa. Warley Pereira chegou à UPA às 06h da manhã e não foi atendido por estar nas cores ambulatoriais.
A médica Luiza Pinheiro, que estava de plantão no último domingo, negou que o atendimento foi negado, mas afirmou que seguiu o protocolo de Manchester, sendo ambulatorial ou urgência/emergência. Luiza ainda pediu que a população apoie a greve dos médicos: “A gente aguarda uma posição da prefeitura e reivindicamos o reajuste salarial, estamos há 10 anos sem aumento”, relatou a médica.
A reportagem procurou à secretaria de Saúde para esclarecer como ficará o funcionamento das unidades de saúde em feriados e fins de semana, mas não tivemos resposta.
A greve dos médicos, que segue por tempo indeterminado em Teófilo Otoni está afetando a qualidade de vida das pessoas que utilizam o serviço público de saúde local.
Desde 04 de Abril, os profissionais decidiram paralisar, como forma de protesto ao não pagamento de recomposição salarial por parte da Prefeitura. Ainda não houve negociação para retorno.
Na UPA – Unidade de Pronto Atendimento, apenas pacientes classificados pelo protocolo de Manchester nas cores vermelha, laranja e amarela são atendidos. A recomendação é que pacientes com fichas classificadas como verdes e azuis procurarem os PSFs e/ou UBS do município.No último domingo (24/04), pelo menos 05 crianças precisaram de atendimento na UPA, contudo, foram classificadas nas cores azul/verde, onde deveriam ser encaminhados para unidades de saúde nos bairros.
Os pacientes que foram ouvidos pela reportagem relataram que nos bairros fazem anos que não possuem acompanhamento médico, e que devido ao feriado prolongado, os PSFs não abriram.
Andreia da Silva (41), mora no Bela Vista e estava com o filho de dois meses na unidade. Ela recebeu a ficha verde e precisou ir para casa. Warley Pereira chegou à UPA às 06h da manhã e não foi atendido por estar nas cores ambulatoriais.
A médica Luiza Pinheiro, que estava de plantão no último domingo, negou que o atendimento foi negado, mas afirmou que seguiu o protocolo de Manchester, sendo ambulatorial ou urgência/emergência. Luiza ainda pediu que a população apoie a greve dos médicos: “A gente aguarda uma posição da prefeitura e reivindicamos o reajuste salarial, estamos há 10 anos sem aumento”, relatou a médica.
A reportagem procurou à secretaria de Saúde para esclarecer como ficará o funcionamento das unidades de saúde em feriados e fins de semana, mas não tivemos resposta.







