'Minas Consciente': entenda como funciona o programa para reabrir o comércio em Teófilo Otoni

17/06/2020 as 08:37

Por Redação 98 - Jornalismo 

O Governo de Minas anunciou nesta terça-feira os protocolos sanitários do programa Minas Consciente para que as prefeituras possam avaliar condições e permitir – ou não – a retomada das atividades da economia em meio à pandemia do novo coronavírus. A proposta criada por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sede) e de Saúde (SES-MG) sugere a reabertura gradual de comércio, serviços e outros setores.

O plano agrega dados econômicos e de saúde pública que resultam em orientação para que as prefeituras possam tomar a decisão “responsável, segura e consciente”, diz a proposta. As atividades econômicas são divididas em quatro “ondas” (verde – serviços essenciais; branca – baixo risco; amarela – médio risco;  vermelha – alto risco).


Essas atividades podem ser liberadas para funcionamento de forma progressiva, conforme indicadores de capacidade assistencial e de propagação da doença, avaliando-se o cenário de cada região do estado e a taxa de evolução da COVID-19. Confira:


Onda verde (serviços essenciais)

  • Agropecuária
  • Alimentos
  • Bancos e seguros
  • Cadeia produtiva e atividades acessórias essenciais
  • Construção civil e afins
  • Fábrica, energia, extração, produção, siderúrgica e afins
  • Saúde
  • Telecomunicação, comunicação e imprensa
  • Transporte, veículos e Correios
  • Tratamento de água, esgoto e resíduos


Onda branca (baixo risco)

  • Antiguidades e objetos de arte
  • Armas e fogos de artifício
  • Artigos esportivos e jogos eletrônicos
  • Floriculturas
  • Móveis, tecidos e afins


Onda amarela (médio risco)
  • Departamento e variedades
  • Livros, papelaria, discos e revistas
  • Vestuário


Onda vermelha (alto risco)

  • Decoração, design e paisagismo
  • Duty free
  • Formação de condutores
  • Hotéis e afins
  • Informática e comunicação não essencial
  • Jóias e bijuterias
  • Salões de beleza e estética



Alguns setores foram excluídos das ondas por, segundo a Secretaria de Saúde, "necessitarem uma ótica diferenciada de tratamento":


Setores que só poderão ser retomadas quando houver controle da pandemia: atividades que geram um risco extremamente alto para a população brasileira, com grande aglomeração de pessoas e alta possibilidade de contágio, tais como grandes eventos, museus, cinemas e demais atividades incentivadoras de grandes aglomerações, além de turismo em geral, clubes, shopping centers, academias, atividades de lazer e esportivas;

Instituições de ensino: estas atividades têm uma ótica particular de funcionamento, que perpassariam as ondas e que devem ser avaliadas pela Secretaria de Estado de Educação em conjunto com as demais secretarias;

Administração pública, organismos internacionais e transporte público; regulados em atos próprios.

CLIQUE AQUI  para conferir os protocolos que devem ser seguidos por cada tipo de estabelecimento.