O prefeito Kalid Nedir Maikel (PSB), de Ladainha, no Vale do Mucuri, virou alvo de uma ação popular por ter abastecido os carros da administração municipal no posto que é propriedade do seu filho, Kalid Nedir Maikel Filho. De acordo com o advogado e especialista em direito público Sebastião Martins Cardoso, autor da ação, a prefeitura assinou contratos de R$ 4,2 milhões com o posto para abastecer a frota em 2021 e este ano.
Segundo ele, a Lei Orgânica do Município veda contratos de prestação de serviço entre a prefeitura e gestores da administração pública, incluindo pessoas a eles ligadas até o terceiro grau de parentesco. A ação tramita na Segunda Vara Cível da comarca de Teófilo Otoni desde abril. O Ministério Público de Contas do Estado de Minas Gerais (MPCMG) também está apurando o caso.
O posto Maikel Eireli estava em nome do prefeito antes das eleições de 2020, mas foi transferido para o filho, de 19 anos, em setembro daquele ano, pouco antes da sua vitória nas urnas. A informação consta em documento registrado na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), no qual também está registrado que pai e filho moram no mesmo endereço.
O advogado do prefeito, André Santos Neiva, emitiu um comunicado negando qualquer ilegalidade.
Foto: Arquivo Pessoal
Segundo ele, a Lei Orgânica do Município veda contratos de prestação de serviço entre a prefeitura e gestores da administração pública, incluindo pessoas a eles ligadas até o terceiro grau de parentesco. A ação tramita na Segunda Vara Cível da comarca de Teófilo Otoni desde abril. O Ministério Público de Contas do Estado de Minas Gerais (MPCMG) também está apurando o caso.
O posto Maikel Eireli estava em nome do prefeito antes das eleições de 2020, mas foi transferido para o filho, de 19 anos, em setembro daquele ano, pouco antes da sua vitória nas urnas. A informação consta em documento registrado na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), no qual também está registrado que pai e filho moram no mesmo endereço.
O advogado do prefeito, André Santos Neiva, emitiu um comunicado negando qualquer ilegalidade.
Foto: Arquivo Pessoal







