Por Alan Martuchelle, da 98 em Teófilo Otoni
A Câmara Municipal de Teófilo Otoni realizou na noite de terça-feira (17/05) uma audiência pública para debater a situação da saúde no município. Foram convidados representantes de todas as instituições como Ministério Público Federal e Estadual, Superintendência Regional de Saúde, representantes dos profissionais da Saúde e do município.
A audiência pública foi articulada pelo presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, o vereador Gabriel Gusmão (Republicanos), que lamentou a depreciação do município para com a reunião.
“Não conseguimos alcançar os objetivos da reunião, pois o principal ator (a prefeitura) que nós fizemos questão de convidar não compareceu. Diversos órgãos compareceram, mas possuem atribuições diversas no orçamento. Nós queremos informações de quem executa o orçamento e de quem presta o serviço, que é a secretaria municipal de Saúde”, disse Gusmão em entrevista à 98 FM.
O promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais em Teófilo Otoni, Dr. Lucas Dias, foi enfático ao lamentar a ausência do poder executivo que fora convidado.
“Eu como membro do Ministério Público tinha total interesse em ouvir o executivo o prefeito Daniel Sucupira, o secretário de Saúde, Dr. Edilânio, seja na coordenação da atenção básica, mas infelizmente não compareceram e não mandaram representante.
Em entrevista, Dr. Lucas disse que a audiência não surtiu efeito esperado.
“A audiência ficou inócua (não atendeu às necessidades esperadas). Não sabemos o que o município está planejando, está efetuando, para que esses problemas da atenção básica sejam sanados, que evolve (por exemplo) o não cumprimento da carga horária dos profissionais em PSFs e a greve dos médicos”, relatou o promotor.
A prefeitura informou que por motivos de “compromissos previamente agendados da equipe de saúde da Secretaria Municipal” não puderam comparecer.
A Câmara Municipal de Teófilo Otoni realizou na noite de terça-feira (17/05) uma audiência pública para debater a situação da saúde no município. Foram convidados representantes de todas as instituições como Ministério Público Federal e Estadual, Superintendência Regional de Saúde, representantes dos profissionais da Saúde e do município.
Nenhum representante da saúde do município compareceu. Foram convidados o secretário municipal de Saúde, Dr. Edilânio Oliveira, os coordenadores Joaniz Lopes e Thadeu Ramalho.
A audiência pública foi articulada pelo presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, o vereador Gabriel Gusmão (Republicanos), que lamentou a depreciação do município para com a reunião.
“Não conseguimos alcançar os objetivos da reunião, pois o principal ator (a prefeitura) que nós fizemos questão de convidar não compareceu. Diversos órgãos compareceram, mas possuem atribuições diversas no orçamento. Nós queremos informações de quem executa o orçamento e de quem presta o serviço, que é a secretaria municipal de Saúde”, disse Gusmão em entrevista à 98 FM.
O promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais em Teófilo Otoni, Dr. Lucas Dias, foi enfático ao lamentar a ausência do poder executivo que fora convidado.
“Eu como membro do Ministério Público tinha total interesse em ouvir o executivo o prefeito Daniel Sucupira, o secretário de Saúde, Dr. Edilânio, seja na coordenação da atenção básica, mas infelizmente não compareceram e não mandaram representante.
Em entrevista, Dr. Lucas disse que a audiência não surtiu efeito esperado.
“A audiência ficou inócua (não atendeu às necessidades esperadas). Não sabemos o que o município está planejando, está efetuando, para que esses problemas da atenção básica sejam sanados, que evolve (por exemplo) o não cumprimento da carga horária dos profissionais em PSFs e a greve dos médicos”, relatou o promotor.
A prefeitura informou que por motivos de “compromissos previamente agendados da equipe de saúde da Secretaria Municipal” não puderam comparecer.







