O dia 30 de março é projetado como o derradeiro, já que marcará os seis meses antes do pleito. Caso o desempenho permaneça neste patamar, a candidatura é avaliada como inviável.
Os tucanos evitam, por exemplo, projetar um piso de intenção de votos para que a pré-candidatura se torne, de fato, uma candidatura. “Não é igual matemática, em que dois mais dois são igual a quatro. É uma análise de desempenho”, pontua uma liderança.Entretanto, um indício positivo seria o crescimento de Doria dentro do próprio colégio eleitoral. Caso o governador cresça em São Paulo, a ascensão será refletida em outros Estados, projetam os tucanos. “Se Doria continuar neste patamar, o partido vai começar a discutir se verdadeiramente ele será ou não será candidato”, acrescenta o tucano.
A pré-candidatura do ex-ministro de Justiça e Segurança Pública Sergio Moro (Podemos) não é vista como obstáculo à de Doria. Os tucanos argumentam, por exemplo, que, embora Moro tenha um teto mais alto, já o teria atingido. Inclusive, há apostas de que a pré-candidatura do ex-ministro será enfraquecida. Por outro lado, o tucanato mineiro não acredita que o governador de São Paulo herdaria o índice de intenções de voto de Moro caso o ex-juiz federal abra mão da empreitada ao Palácio do Planalto. “Não é como fazer um TED ou um Pix político”, descarta um mandatário.







