O governador Romeu Zema (Novo) rebateu críticas do ex-governador Fernando Pimentel (PT) ao veto parcial aos índices extras de reajuste ao funcionalismo público de Minas Gerais. Em uma rede social nesta segunda-feira (18/04), Zema questionou a dívida e os salários atrasados deixados por Pimentel à frente do Palácio Tiradentes.
Ao criticar o antecessor, Zema citou que Pimentel tem cobrado em entrevistas a concessão de índices de reajuste superiores aos 10,06%, que, conforme o governador, é o que o Estado pode pagar. “Lembro que além das dívidas e salários atrasados, até nome sujo no SPC foi o que a turma dele deixou aos servidores de Minas. Esse passado no vermelho nós mineiros não aceitamos mais”, afirmou o governador.
Em 4 de abril, Zema já havia respondido às críticas do ex-governador. À época, Pimentel havia avaliado que, do ponto de vista gerencial, a gestão de Zema seria péssima. “Aproveito então pra perguntá-lo: qual sugestão tinha pra pagar os R$ 154 bilhões em dívidas que deixou para nós mineiros?”, provocou, na oportunidade, o governador. “Ah! Sem atrasar salário nem dar calote nas cidades.”
À medida que o calendário eleitoral avança, Zema busca se contrapor a Pimentel, sobretudo diante da campanha travada contra a concessão de índices diferenciados de reajuste para a Educação, a Saúde e a Segurança Pública. O Palácio Tiradentes argumenta que os 10,06% propostos são o máximo que o Estado pode propor, já que está acima do percentual do limite prudencial de despesas com pessoal fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Além disso, o PT é um dos potenciais aliados do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD), até então o principal adversário de Zema, nas eleições para o governo de Minas. Em entrevista à Rádio Super 91,7 FM em 5 de abril, o secretário de Governo de Minas, Igor Eto, afirmou que, caso Kalil caminhe ao lado de Pimentel no pleito, Zema estará do lado oposto.
O veto parcial de Zema ao reajuste diferenciado para a Educação, a Saúde e a Segurança Pública foi derrubado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na última terça-feira (12). Agora, ainda cabe a Zema promulgá-lo. O prazo do governador se encerra nesta segunda-feira. Se Zema não o fizer, caberá ao presidente da ALMG, Agostinho Patrus (PSD), fazê-lo.
Informações do site OTEMPO
Ao criticar o antecessor, Zema citou que Pimentel tem cobrado em entrevistas a concessão de índices de reajuste superiores aos 10,06%, que, conforme o governador, é o que o Estado pode pagar. “Lembro que além das dívidas e salários atrasados, até nome sujo no SPC foi o que a turma dele deixou aos servidores de Minas. Esse passado no vermelho nós mineiros não aceitamos mais”, afirmou o governador.
Em 4 de abril, Zema já havia respondido às críticas do ex-governador. À época, Pimentel havia avaliado que, do ponto de vista gerencial, a gestão de Zema seria péssima. “Aproveito então pra perguntá-lo: qual sugestão tinha pra pagar os R$ 154 bilhões em dívidas que deixou para nós mineiros?”, provocou, na oportunidade, o governador. “Ah! Sem atrasar salário nem dar calote nas cidades.”
À medida que o calendário eleitoral avança, Zema busca se contrapor a Pimentel, sobretudo diante da campanha travada contra a concessão de índices diferenciados de reajuste para a Educação, a Saúde e a Segurança Pública. O Palácio Tiradentes argumenta que os 10,06% propostos são o máximo que o Estado pode propor, já que está acima do percentual do limite prudencial de despesas com pessoal fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Além disso, o PT é um dos potenciais aliados do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD), até então o principal adversário de Zema, nas eleições para o governo de Minas. Em entrevista à Rádio Super 91,7 FM em 5 de abril, o secretário de Governo de Minas, Igor Eto, afirmou que, caso Kalil caminhe ao lado de Pimentel no pleito, Zema estará do lado oposto.
O veto parcial de Zema ao reajuste diferenciado para a Educação, a Saúde e a Segurança Pública foi derrubado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na última terça-feira (12). Agora, ainda cabe a Zema promulgá-lo. O prazo do governador se encerra nesta segunda-feira. Se Zema não o fizer, caberá ao presidente da ALMG, Agostinho Patrus (PSD), fazê-lo.
Informações do site OTEMPO







