Os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul decidiram suspender a vacinação contra a covid-19 de grávidas com comorbidades.
A decisão ocorreu por conta da recomendação de suspensão pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) do uso da vacina da AstraZeneca em gestantes.
Em nota, a agência informou que a orientação “é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas covid em uso no país”.
Não foram especificados quantos e quais eventos adversos a agência identificou em mulheres grávidas.
A nota técnica ainda não foi publicada.
Em São Paulo, o grupo começaria a ser imunizado nesta 3ª feira (11.mai.2021). De acordo com o comunicado da Secretaria Estadual de Saúde, a suspensão é temporária até que se tenha mais informações sobre a segurança da vacinação para o grupo.
“Novas orientações serão comunicadas após pareceres técnicos do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e da Anvisa“, diz a nota.
A vacinação poderia continuar com a CoronaVac, mas as doses da vacina estão começando a faltar no Estado.
Na cidade de São Paulo, por exemplo, só há doses disponíveis para a 2ª aplicação, segundo o secretário municipal de saúde, Edson Aparecido.
A falta de doses da CoronaVac e da Pfizer para o grupo também fez com que o Rio de Janeiro paralisasse sua campanha com as grávidas. A capital do Estado estava vacinando as grávidas com comorbidades desde o dia 20 de abril. Em todo o Estado, a única vacina utilizada no grupo era a da AstraZeneca, de acordo com o que disse o secretário estadual de saúde, Alexandre Chieppe, ao G1.
Leia a íntegra da nota da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo:
“O Plano Estadual de Imunização (PEI) contra COVID-19 decidiu suspender temporariamente a vacinação de gestantes com comorbidades, prevista para começar hoje (11) em todo o estado, em virtude do comunicado da Anvisa emitido na noite desta segunda-feira (10).
Novas orientações serão comunicadas após pareceres técnicos do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e da Anvisa“
Fonte: O Globo
A decisão ocorreu por conta da recomendação de suspensão pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) do uso da vacina da AstraZeneca em gestantes.
Em nota, a agência informou que a orientação “é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas covid em uso no país”.
Não foram especificados quantos e quais eventos adversos a agência identificou em mulheres grávidas.
A nota técnica ainda não foi publicada.
Em São Paulo, o grupo começaria a ser imunizado nesta 3ª feira (11.mai.2021). De acordo com o comunicado da Secretaria Estadual de Saúde, a suspensão é temporária até que se tenha mais informações sobre a segurança da vacinação para o grupo.
“Novas orientações serão comunicadas após pareceres técnicos do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e da Anvisa“, diz a nota.
A vacinação poderia continuar com a CoronaVac, mas as doses da vacina estão começando a faltar no Estado.
Na cidade de São Paulo, por exemplo, só há doses disponíveis para a 2ª aplicação, segundo o secretário municipal de saúde, Edson Aparecido.
A falta de doses da CoronaVac e da Pfizer para o grupo também fez com que o Rio de Janeiro paralisasse sua campanha com as grávidas. A capital do Estado estava vacinando as grávidas com comorbidades desde o dia 20 de abril. Em todo o Estado, a única vacina utilizada no grupo era a da AstraZeneca, de acordo com o que disse o secretário estadual de saúde, Alexandre Chieppe, ao G1.
Leia a íntegra da nota da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo:
“O Plano Estadual de Imunização (PEI) contra COVID-19 decidiu suspender temporariamente a vacinação de gestantes com comorbidades, prevista para começar hoje (11) em todo o estado, em virtude do comunicado da Anvisa emitido na noite desta segunda-feira (10).
Novas orientações serão comunicadas após pareceres técnicos do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e da Anvisa“
Fonte: O Globo







