Por 98 Money, em Teófilo Otoni
A chegada dos aplicativos bancários aos celulares tornou o dia a dia muito mais fácil. Só que, ao mesmo tempo, atraiu criminosos. Eles obtêm o dispositivo em furtos ou roubos e, em seguida, começam a fazer tentativas de realizar transações no aplicativo de banco instalado no aparelho.
1 – Não use data de aniversário como senha
Se o ladrão tiver os documentos da vítima, pode usar os dados de documentos pessoais para tentar desbloquear o aparelho ou acessar aplicativos.
2 – Não adote combinações fáceis
Um levantamento da Nordpass indica que a senha "123456" é a mais usada do mundo: só em 2020, mais de 2,5 milhões de pessoas tiveram dados expostos na internet por usar essa combinação.
3 – Não use o mesmo código em diferentes serviços
Assim que descobre uma senha, o golpista tenta usá-la em outros apps no celular da vítima.
4 – Não anote a senha do banco no celular
Com tantas senhas para lembrar, algumas vítimas deixam os códigos anotados no bloco de notas ou no e-mail.
5 – Mantenha os sistemas atualizados
Os programas instalados no celular devem ser mantidos sempre atualizados para que garantir que vulnerabilidades já descobertas estejam corrigidas.
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Reprodução
A chegada dos aplicativos bancários aos celulares tornou o dia a dia muito mais fácil. Só que, ao mesmo tempo, atraiu criminosos. Eles obtêm o dispositivo em furtos ou roubos e, em seguida, começam a fazer tentativas de realizar transações no aplicativo de banco instalado no aparelho.
1 – Não use data de aniversário como senha
Se o ladrão tiver os documentos da vítima, pode usar os dados de documentos pessoais para tentar desbloquear o aparelho ou acessar aplicativos.
2 – Não adote combinações fáceis
Um levantamento da Nordpass indica que a senha "123456" é a mais usada do mundo: só em 2020, mais de 2,5 milhões de pessoas tiveram dados expostos na internet por usar essa combinação.
3 – Não use o mesmo código em diferentes serviços
Assim que descobre uma senha, o golpista tenta usá-la em outros apps no celular da vítima.
4 – Não anote a senha do banco no celular
Com tantas senhas para lembrar, algumas vítimas deixam os códigos anotados no bloco de notas ou no e-mail.
5 – Mantenha os sistemas atualizados
Os programas instalados no celular devem ser mantidos sempre atualizados para que garantir que vulnerabilidades já descobertas estejam corrigidas.
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Reprodução







