BRASIL DE MARTA | Seis vezes melhor do mundo. Maior artilheira da Seleção. Aquela que transformou o futebol no Brasil. Transformou o futebol feminino no mundo. A Rainha - mesmo que não se sinta como tal - despede-se da Copa do Mundo por uma última vez.
Marta transformou os gramados em palco. Dançou solitária por anos, aos poucos reuniu súditos e súditas pelo mundo, companheiras dos novos tempos, preenchidas por uma dança que flui em seu próprio ritmo. No ritmo da Rainha. Dançada na Austrália pela última vez, após a eliminação do Brasil com o empate diante da Jamaica.
Duas décadas e seis Copas do Mundo depois, nem mesmo ela entende o que fez.
- Eu não costumo pensar na Marta - confessa, deixando as lágrimas preencherem os olhos.
- Eu não tinha uma ídola no futebol feminino. Vocês (imprensa) não mostravam o futebol feminino. Como eu ia entender que poderia ser uma jogadora, chegar à seleção, sem ter uma referência? Hoje a gente sai na rua e os pais falam: "minha filha quer ser igual a você".
Marta transformou os gramados em palco. Dançou solitária por anos, aos poucos reuniu súditos e súditas pelo mundo, companheiras dos novos tempos, preenchidas por uma dança que flui em seu próprio ritmo. No ritmo da Rainha. Dançada na Austrália pela última vez, após a eliminação do Brasil com o empate diante da Jamaica.
Duas décadas e seis Copas do Mundo depois, nem mesmo ela entende o que fez.
- Eu não costumo pensar na Marta - confessa, deixando as lágrimas preencherem os olhos.
- Eu não tinha uma ídola no futebol feminino. Vocês (imprensa) não mostravam o futebol feminino. Como eu ia entender que poderia ser uma jogadora, chegar à seleção, sem ter uma referência? Hoje a gente sai na rua e os pais falam: "minha filha quer ser igual a você".







